À René Kaës, minha homenagem e gratidão. Foi na prática cotidiana em saúde mental que encontrei, em sua teoria, instrumentos vivos para pensar o grupo não apenas como técnica, mas como espaço de produção de sentido, laço e cuidado. Seu pensamento ampliou meu trabalho grupal, fortalecendo processos de promoção de saúde onde o sujeito nunca está só, mas sempre em relação.
